Eu projeto e instalo agentes de IA que vivem dentro da sua operação: com memória própria, acesso aos seus sistemas e autonomia para trabalhar sem que você peça duas vezes.
O agente não tem expediente, não esquece o combinado e não perde o histórico entre uma conversa e outra.
Sem app novo, sem painel para aprender. Você manda um áudio; ele executa e volta com o resultado.
Nada de produto de prateleira: cada agente é arquitetado em cima dos seus processos, dados e regras.
Se você é do time que já testou ChatGPT, Copilot e meia dúzia de plataformas “com IA”, provavelmente esbarrou sempre no mesmo teto: a ferramenta escreve bem, mas não conhece a sua empresa, não guarda o que foi decidido e não faz nada sozinha. O que eu construo começa exatamente onde isso termina.
A arquitetura muda conforme o negócio. O que se repete é isto:
Tudo o que foi decidido, combinado e aprendido fica registrado em uma base própria — e continua valendo quando o time muda, quando você viaja e quando o assunto volta seis meses depois.
Ele consulta o sistema, a planilha e o relatório antes de responder. A conversa passa a ser sobre número apurado, não sobre impressão de quem falou por último.
Monta o documento, atualiza o cadastro, prepara a análise, dispara o aviso, organiza o arquivo. Termina a tarefa em vez de descrever como ela seria feita.
O relatório da manhã, o alerta do indicador fora da curva, a cobrança do que ficou parado, o fechamento do mês. No horário, sem ninguém lembrar.
Ele vive no WhatsApp e no computador da empresa. Você fala por texto, áudio ou foto — a adoção não depende de treinar ninguém em ferramenta nova.
Cada correção sua vira regra permanente. O agente do sexto mês é sensivelmente melhor que o do primeiro, porque ele acumula o seu critério.
Autonomia sem controle é risco. A regra que eu sigo em toda implantação:
Uma conversa direta sobre onde o seu tempo e o seu dinheiro estão vazando. Saio dela sabendo o que o agente precisa resolver — e dizendo com franqueza se vale ou não.
Defino as funções, os acessos, as rotinas e os limites. Você aprova o escopo e o orçamento antes de qualquer linha ser escrita.
Instalação, conexão com os seus sistemas, carga da memória inicial e o nome que você escolher. Ele entra em operação com o contexto da empresa já dentro.
As primeiras semanas afinam o critério e ampliam o escopo do que ele faz sozinho. É a fase em que o agente deixa de ser novidade e vira infraestrutura.
Você decide muito e delega pouco porque a informação não chega pronta. O agente entrega a leitura do negócio antes de você pedir.
Sua equipe gasta horas montando o que a máquina deveria montar. O agente devolve esse tempo para o trabalho que só gente faz.
Advogado, médico, engenheiro, consultor: o agente cuida do registro, do acompanhamento e do material recorrente da sua prática.
Time pequeno que já usa IA no dia a dia e chegou ao limite das ferramentas de prateleira. Aqui começa a camada seguinte.
Provavelmente não é para você se a busca é por uma ferramenta barata de responder cliente, ou se a expectativa é substituir a equipe. Agente bem feito não corta gente: ele tira das pessoas o trabalho que nunca deveria ter sido humano.
Eu não vendo uma tecnologia que li a respeito. Eu opero a minha empresa com um agente destes todos os dias — e foi ele que me mostrou onde a coisa quebra.
Victor Machado Uberlândia — MG. Toco uma operação de veículos e construí, para dentro dela, o agente que cuida da memória, dos relatórios, das rotinas e do material do dia a dia. A partir daí passei a construir os agentes dos diretores da empresa — cada um com o seu escopo, o seu acesso e a sua memória. É esse mesmo trabalho que eu levo para a sua.
Sem apresentação genérica e sem compromisso: você me conta como a empresa funciona hoje, eu digo o que dá para automatizar de verdade e o que ainda não vale. O orçamento vem depois, sob medida para o escopo.
Cada projeto é único — não existe tabela de preço. O valor sai da conversa.